Minha estreia nesta aventura que demonimei “Expedição Arte Jornalística” não poderia ter iniciado em um lugar mais perfeito!

Cheguei no Vale encantado do Capão na Chamada Diamantina – Bahia no dia 24 de Junho de 2018, abençoada por São João! Fogueiras em frente às casa sinalizando que estavam de portas abertas para quem quisesse entrar e provar as comidas preparadas e oferecidas pelos seus donos. Forró na praça da Vila, bandeirinhas de chita por toda parte. Meu olho já brilhou, meu coração acelerou, a aventura estava apenas começando nesse vale místico, cheio de surpresas. Um vilarejo hippie desde os anos 70, um reduto de artistas, terapeutas e naturistas. Um lugar de gente que escolheu viver a simplicidade junto à natureza. Com seus 1.800 habitantes, no Vale do Capão, subdistrito de Caetê-Açu, município de Palmeiras, também residem seres de muitos planetas! Como eu disse, independente do São João, existe uma atmosfera mística muito interessante que pode ser sentida quando começamos a nos aproximar do Vale. Tudo parece mudar de tempo, espaço, contexto e até de época. É como se aquela pequena comunidade não fizesse parte do Mundo do qual estamos acostumados a enxergar.

Arte e Frase: Mariana Martins – Adesivo que será espalhado pelo Mundo.

 

A pergunta que mais ouvi: como você foi parar nesse lugar?

Assim como a grande maioria das pessoas, eu nunca tinha ouvido falar do Capão. Mas em 2011 tive a oportunidade de fazer uma residência artística na Colômbia, no Teatro Varasanta em Bogotá com o incrível Fernando Montes e sua trupe! Lá mesmo no Teatro fiquei hospedado durante os 15 dias de residência. Dividi um quarto com a Luana Rodrigues, atriz, dançarina, arte educadora e pesquisadora das máscaras, a Luana Di Lua, a “Lua” como todos a chamam. E o apelido condiz totalmente com sua personalidade! É um ser humano iluminado, doce e adorável! A Lua, coincidentemente aos 35 anos (minha idade atual) resolveu abrir mão de sua rotina em Porto Alegre – RS para se aventurar pelo mundo estudando as máscaras, danças balinesa e massagem indiana. Resumindo bem a história, ela acabou rodou alguns países através do programa de intercâmbio cultural do MINC e foi parar em Olinda – Recife. Em Olinda muito se falava do Vale do Capão e essa menina aventureira que só, encontrou lá tudo que precisava. 

Bem… Eu sempre com uma vida muito atribulada, nunca conseguia me programar para ir visitá-la. Mas eis que aos 35 anos, resolvo dar uma “repaginada” em minha vida para escrever novas histórias e realizar o mesmo sonho antigo: viajar pela arte do Mundo! Conhecer novas pessoas, projetos, me alimentando de referências artísticas e experiências de vida.  

Lua reside no Capão há 3 anos e desde então vive de sua arte, com apresentações , oficinas e massagem terapêutica

Como Chegar no Capão

Demorei um dia todo para chegar no Vale do Capão. De Curitiba preguei um voo à Salvador. Chegando lá, fui para a rodoviária e peguei um ônibus para Palmeiras – 7 horas de viagem. Chegando em Palmeiras, peguei uma Kombi para o Vale do Capão – Mais 1 hora e 30 minutos de viagem. Estrada de chão, casas simples e coloridas, com arquitetura original à beira da estrada. Esse caminho todo, logo me fez pensar:

Ahhh, que lugar perfeito para se esconder. E digo melhor:  que lugar perfeito para se encontrar!

O Vale do Capão é a terra do Thetahealing, um estudo profundo sobre a energia Theta, a energia do amor divino, aquela que tudo cria! É uma técnica que ajuda na quebra e na substituição de crenças, que trabalha a energia da abundância e do amor na condução da vida. Eu pude participar de uma vivência que me fez compreender muito sobre o mundo mental no qual estava inserida.

O Theta propõe a substituição do pensar, pelo sentir.

E apenas essa simples proposição, já foi capaz de me dar a direção, de acalmar meu coração, pois o “sentir” nos permite aceitar, acolher e obter as respostas que tanto procuramos no que é externo, dentro de nós. Tudo que vivemos é uma consequência do que sentimos. Se sabemos lidar com esses sentimentos, encontramos a chave para muitas portas atravancadas dentro de nós.

Sinta no seu coração. Você já deve ter ouvido alguém lhe dizer isso algum dia. E é exatamente isso! Sentir é ouvir o coração e ele, com certeza, nos dá a direção.

Assim pude desacelerar, me conectar com pessoas que trabalham para viver e não vivem para trabalhar. Pessoas que têm tempo para tomar um café com calma, para conversar com o vizinho, para tomar um banho de rio todos os dias! Que têm tempo de plantar, cozinhar e cuidar do próprio lixo! Que possuem autonomia de suas vidas, que botam a mão na massa e trocam muito conhecimento e serviços com o próximo. Participei também de uma sauna xamânica, o Temazcal, um ritual indígena de purificação promovido pela pousada Castelar da Alvorada sempre no primeiro dia de lua cheia. Foi muito especial.

Poucos têm carro e todos dão carona! Existe troca, parceria, gentileza!

Pude perceber nos 30 dias que vivi nesse vilarejo, que a abundância não está na riqueza material, mas no pensamento e na atitude. Quando pensamos que nada irá faltar e podemos doar, ajudar e compartilhar, o Mundo retribui. Isso é lindo de ver e viver no Capão. Cães que acompanham seus donos, até mesmo quando não tem espaço na carona, lá vão eles correndo atrás das motos e dos carros! É muito divertido. Nessas caronas, conheci tanta gente bacana! Fiz amizades e passeios sem programação. Cada carona, um aprendizado, um presente!

Encontros e Conexões 

Em uma trilha noturna, me perdi com a Lua e conhecemos Maraisa Durante, paulista, educadora, trabalha em uma escola Waldorf em Palmeiras. Maraisa me apresentou Weslei, um “rastinha”, artesão e figura adorável. Ganhei um chapéu muito legal dele e assim criei o movimento “Passa Chapéu”.  A idéia é que o chapéu rode o mundo e cada um que passar, deixe um objeto de recordação nele escrevendo o nome da pessoa para quem passou, data e o local. Eu e o Weslei sonhamos em ver esse chapéu famoso nas redes sociais! Passei o meu chapéu para um amigo de adolescência que ressurgiu em minha vida, o Gaspar! Gaspar que após pegarmos uma carona com Raquel Souza e seus dois filhos: Leon (tatuador e criador de instrumentos de sucata) e Pedro (rapper, sabe mais de música que muito coroa,  gatinho e torcedor do São Paulo), passou a ser chamado de “Madagaspar Olodum” (por quem? Pelo Pedro claro)! Rsrs

Grupo “Habitat de Pilho” 

E não parou por aí, em um domingo pós samba das meninas da banda Yayá Massemba, sozinha, paro pra comer uma  fatia de pizza e conheço Carol Chamusca, uma carioca gente boa pacas! Assim, montamos um grupo que trilhou e se conectou como se já  nos conhecêssemos há anos! Pedro crisou até um coco ou (repente) que virou nossa trilha sonora para improvisar rimas na caminhada, canção intitulada “Habitat de Pilho”.
Depois disso, a Maraisa ainda me apresentou sua comadre Fer Shanti, criadora de uma marca de jóias feitas com as pedras da chapada, a Lunar Adornos! Fiz uma sessão de fotos com ela que fiquei orgulhosa (mas essas vão ficar pro post sobre Palmeiras)! E por meio de Maraisa, também amiga da Ivi, vocalista da banda Yayá Massemba, conheci Aninha, a Ana Martins, que passou a me chamar de prima! Tomamos muitos banhos de rio (na Represa de Rodas, onde toda comunidade local vai com suas famílias tomar banho nú! É uma delícia!) , comemos bastante doce (principalmente o alfajor caseiro que vende na lanchonete onde compra passagem) Rsrs e fizemos tratamento de beleza natural com argila. Lá na represa também aprendi a usar abacate para hidratar o corpo e óleo de copo como protetor solar – fator 30.

 

Muitos sabores veganos e saudáveis… Que delícia a culinária sem culpa do Capão!

O palmito de jaca é a marca dos recheios e as ervas medicinais são o tempero. Comida que alimenta o corpo e o espírito. 
Doces do Sr. Ivo, granola da Tia Sônia, pizzas e cervejas artesanais, hambúrguer de falafel com catchup de goiabada! Hummmm quantas coisas gostosas!
Torta de couve com palmito de jaca e biomassa de banana da Dona Maria. E o biscoito “aviador”? Companheiro de todas as trilhas.
E assim, confessemos, sempre que passamos muito tempo em algum lugar, “viciamos” em algo… Eu viciei  em tudo isso que acabei de citar, e principalmente no no Licor de Amarula, melhor que o original, sem sombra de dúvidas. Mas para me salvar, a minha amiga Lua preparava quase todos os dias o super suco antidepressivo e antienvelhecimento! A receita está na última imagem. Experimente:

Ahhhhh, as trilhas! A Chapada Diamantina é um encanto, uma riqueza, um desbunde natural!

Chorei algumas vezes de emoção pelo que estava vendo e sentindo. Nunca vi tanto arco íris na minha vida. Nunca vi um céu mudar tanto de cor e refletir na cor dos morros. Um colorido sem fim.
Recomendo a todos que gostam de cachoeira, de trilha e de natureza, a tirar uns dias para conhecer não apenas as trilhas do Capão, mas de toda a região da Chapada Diamantina. São muitas trilhas, muitas cachoeiras, muitos picos emocionantes. Vale registrar aqui a oportunidade única que eu, Gaspar e Carol, tivemos de conhecer a cachoeira da Fumaça (a mais alta do Brasil), graças a carona que pegamos com o querido Lenno Anjos (ps: um anjo mesmo), médico, surfista e trilheiro de primeira! Morador do Capão e uma pessoa muito legal que cruzou nosso caminho. Olha a coragem do mosso aí:

Lenno Anjos, a carona que se tornou “Guia” da trilha da Fumaça. Gratidão!

Ainda quero voltar pra fazer o Vale do Pati, uma trilha que merece ser feita em pelo menos 5 dias. Uma peregrinação, com acampamento ou noites nas casas das senhorinhas que moram no caminham e te preparam comida, banho e cama quentinha. Que vontade hein!

Em Ordem, as trilhas que fiz e os picos que conheci: 

  • Ponte Velha do Rio Preto
  • Poço do Gavião/Princesinha
  • Represa de Rodas (propriedade privada)
  • Conceição dos Gatos
  • Fumaça

Feira de domingo da Vila, arte, gastronomia e ponto de encontro

Eu não consegui fazer todas as trilhas, porque quis conhecer também a arte local. Fiz aula de capoeira angola com um processos japonês “Iuna”. Uma figura inesquecível… Ele e sua esposa vendem comida japonesa, tortas e quitutes veganos deliciosos na feira e nos eventos culturais. A aula de capoeira é gratuita toda segunda, quarta e sexta às 9h da manhã em um espaço de uso coletivo. Esse japonês joga uma capoeira angola como ninguém. Mas fala português, mas toca muito berimbau e canta uma ladainha muito bem. Esse é o Capão!  Rsrs
A Feira de domingo da Vila é um evento imperdível por tudo isso! Além dos orgânicos, os expositores, as comidinhas, a roda de capoeira, os artistas. É como estar em uma cidade cenográfica.

Um é artista da música e do mundo, o outro é bruxo do licor e é do Capão

Nas andanças, entre uma trilha e outra, um passeio e outro, cruzei com muitos artistas, produtores locais, pessoas com histórias interessantes e viajantes. Yan, o @yanomundo, foi um deles. Tive o prazer de fotografar e filmar um momento de ensaio dele com uma colega argentina, a Angelita. Registrei também a bebida do capão, o licor! Eita povo pra gostar de um licor. Apresento a vocês o “PALITO”, o mago do licor tradicional do Vale do Capão na Bahia! Uma estante de dar água na boca! Ele cria e produz diversos sabores e me falou “em off” que está preparando há 3 anos um licor de uma flor que não posso revelar qual é! Rsrs terei que voltar ao Capão só para provar. Um sabor que vale a pena conhecer! Por que palito? Pelo cabelo! E neste dia foi uma raridade, porque o Palito está sempre de gorro ou lenços na cabeça.  O mago do licor e seu cantinho encantado com mensagens de amor! Que delicioso conhecer esse lugar em uma noite sem programação no Vale do Capão. 

Trilha Sonora do Capão 

E pra finalizar este “post experiência arte jornalística”, comunico que todas as viagens que faço, monto uma playlist. E assim será em todas as expedições #pequenamaripelomundo. É um presentinho que deixo para todos que me acompanharam pelas redes sociais e puderam percebem o quanto eu sou musical e sou movida à música em todos os momentos. Nos passeios, na hora de cozinhas com meus stories #rangohits e em todos os passos da viagem. As trilhas sonoras me fazem voltar às viagens quando eu desejar,  me fazem lembrar das pessoa, das experiências. Essa playlist é encantadora, ela mescla Bahia com terapia, e até daria uma música pela rima. Tem música alegre, tem aquelas que quase me acabo de chorar de tanta emoção com a beleza da cação (sim, sou emotiva nesse nível). Tem trilha para lembrar no dia que tomei o chá ayahuasca com minha amiga Lua e meu amigo carioca Gabriel (@luizgabrieltur , também viajante inquieto que conheci no Capão). Um dia que jamais esquecerei, um dia de conexão com a natureza e a nossa essência, nossa pureza, nosso amor incondicional e verdadeiro, com a perfeição e beleza do universo. O dia em que senti o poder do criador, senti o quanto esse Mundo não se resume apenas à uma vida, mas a uma existência infinita. Espero que curta um pouquinho dessa sonoridade comigo! Convido você a assistir também os stories no destaque do instagram e os vídeos do Capão em minha timeline, além das milhares de fotos que não couberam aqui. Siga a hashtag #pequenamaripelomundo e viaje comigo! Este trabalho é feito com muito amor, pois tem tudo que eu mais amo na vida: viagem, arte, comunicação, pessoas, descobertas, histórias e experiências. Logo escreverei sobre outros destinos, sabores, trilhas sonoras e encontros. Ouça e se conecte com energia tão sagrada do Capão da Bahia:

Uma viagem é sempre um laboratório de referências artísticas e anos de experiência que se ganham nos encontros e na convivência. Claro, pra quem está aberto a vivência-la em sua totalidade. Deixei o Capão no dia 24 de Julho de 2018 – 30 dias exatos, com um mochilão apenas e uma “croc falcifique” inseparável. 30 dias recebendo pílulas de cura, 30 dias que muitas vezes passam despercebidos na correria da nossa rotina urbana e apressada. 30 dias que, com toda certeza, representam o meu ano de transformação, de libertação, de coragem para não parar mais de viajar pelos meus sonhos e “cobrir” essas experiências com meu instinto jornalístico curioso.

A simplicidade é um calmante natural.

Voltei de carona na caçamba de um caminhão vermelho, da cor da minha croc companheira, ao lado do meu amigo Madagaspar, explodindo de felicidade e gratidão por ter ganhado a Lua de presente, minha amiga artista do Mundo e pelo privilégio de ter uma família que me apoia em todas aventuras que me proponho a fazer.


8 Comentários

Gabriel · agosto 25, 2018 às 10:03 am

Minha pequena e querida amiga Mari,

Foi um prazer lhe conhecer e ter tido a oportunidade de vivenciar uma experiência mística e espiritual ao seu lado. E que experiência hein…..rsrs. O Vale do Capão realmente tem a capacidade de transformar as pessoas, principalmente as mais sensíveis que tem a capacidade de perceber e sentir a energia diferenciada que existe lá. Tenho plena convicção de que o Capão teve um poder transformador em sua vida, assim como na minha. Te desejo toda sorte do mundo em seus projetos e muita luz em sua jornada !!!

Um grande abraço do seu amigo Gabriel

    Mariana Martins · agosto 25, 2018 às 4:26 pm

    Meu querido Gabi, carioca, turismólogo, parceiro de aventuras e descobertas! Menino inteligente, doce, generoso! Estamos nesse Mundão apenas de passagem e você me inspirou muito a fazer dela um encontro com o que me impulsiona! Que nossas viagens continuem nos abrindo portais para vermos o Mundo em sua plenitude. E claro, que possamos nos cruzar, pois quem é do Mundo, mais cedo ou mais tarde, se esbarra! rsrs Um super beijo! Gratidão!!!

luana · agosto 25, 2018 às 10:42 pm

Sinto o coraçao cheio de alegria de fazer parte dessa historia!!! Irma de jornada!! muita luz no teu caminho e neste lindissimo projeto!!!!! muito amor e aprendizado! vc merece tudo de melhor!!!! beijo

    Mariana Martins · outubro 1, 2018 às 5:34 pm

    A jornada está só começando e pode ter certeza Lua, você foi de extrema importância para que eu conseguisse mudar algumas crenças, aliviar meu coração e seguir em frente, mais uma vez, em busca do sonho de viver da arte e não me prender a nenhuma rotina de trabalho que faça adormecer este meu lado lúdico, poético, desbravador e, porque não, “intergalático” já que tenho uma amiga que é uma Lua inteira. Deixo aqui no blog registrada minha eterna gratidão e a saudade que já está batendo forte. Te amo.

madagaspar · agosto 26, 2018 às 1:11 pm

A dificil tarefa de narrar o inenarravel… me refiro a esta experiencia relatada no vale do capao. ou melhor, apenas capao para os mais intimos. Lugar mistico que nos permite esta intimidade so de pisar nesse lugar… tamanho o acolhimento e a energia que ele transmite. Uma das experiencias mais incriveis que ja vivi. obrigado @maripelomundo por proporciona la. Pessoas felizes, lugar feliz, vibe indescritivel, conexao total entre pessoas, coisas, animais… uauuuu. O mundo muda quando conhecemos e experienciamos.
Como voce disse: #gratidao
obrigado a todos que conheci e que doaram sorrisos, abracos, alegrias, olhares, sentimentos…. espero ter conseguido retribuir, devolver, transmitir essa energia.

    Mariana Martins · outubro 1, 2018 às 5:50 pm

    Meu amado amigo Madagaspar Olodum! Pra mim, o eterno “Gasparzinho”, que assim como o fantasminha mais camarada do Mundo, ao invés de assustar, reapareceu na minha vida para me mostrar que a afinidade e o amor, quando realmente existem entre duas pessoas, o tempo não significa nada e a distância só aproxima. Será que somos “almas gêmeas”? rsrs. Não sei, mas se realmente essa história de alma gêmea existe, hoje você está em primeiro na fila. E SIM!!! Você retribuiu todos os sorrisos, abraços, carinho, acolhidas com essa sua generosidade, bom humor, adaptabilidade, animação, parceria e, sem dúvidas, com esse coração lindo, imenso e aberto a novas experiências. E como se não bastasse, deixo aqui registrado mais uma vez que você foi um grande presente que a vida me trouxe neste ano de tantas provações. Te amo muito! E espero que dessa vez o Gasparzinho não vire fantasminha de novo! <3

Maraisa aline durante · agosto 26, 2018 às 4:16 pm

Florrrrrrr mais amada!que delicia ler tudo isso e reviver as historias, dias vividos intensamentes sao dias vividos …como vc é sensível , percebe os detalhes das coisas e inspira as pessoas com muito amor! Destaca as caracteristicas, dom de cada ser e as inspira, que dom esse seu!Linda pequena grande Mari kkkk
Ameiiiii ter conhecido vc e esse seu blog, sensacional,já estou compartilhando com vários familiares,pois não consigo me expressar tão maravilhosamente bem como vc! Sucesso meu anjo muita luzzzzzz nas jornadas..vc realmente é incrível …lhe amo lhe admiro volta logoooo 2019 é nois kkkkkkkk ♡♡♡

    Mariana Martins · outubro 1, 2018 às 5:59 pm

    Maraisa, ou melhor “Mara de Maravilhosa”! Te encontrar naquela trilha não foi por acaso, foram os anjinhos de luz da floresta que te trouxeram! Você é uma bruxinha muito amada que conheci nesse Vale. Chamo de bruxinha, porque tem mãos de fada para cozinhar e agora (massagear), tem palavras doces para confortar e orientar, tem carisma, respeito, tem um proposito lindo de contribuir com a cura das pessoas e tem muito amor pelo ser humano e pelo planeta. Te admiro muito, torço por você e te garanto que ainda volto pro Capão só pra te dar um abraço apertado, darmos muitas risadas e comermos muito!!!!! Rsrs Minha parceira de comilança. Amo você e te desejo muito luz e sucesso nessa nova jornada como terapeuta. Você vai longe! Bjuuuuuu

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